Bruno Dantas da Costa, hoje frentista, estudou com Wellington Menezes, o atirador na escola, na 7ª e 8ª série e diz nunca ter imaginado que um garoto tão quieto faria coisa tão cruel como fez.
Em uma entrevista para o G1 Bruno diz não acreditar no que Welligton foi capaz de fazer. “Está difícil de“Está difícil de assimilar que um garoto da minha sala, uma pessoa que eu passei dois anos, vendo quase todo dia, fez uma coisa dessa. Ontem, em frente à escola, um colega nosso, colega de turma, bateu no meu ombro e falou ‘lembra que eu falei, brincando, para ele (Wellington): um dia você ainda vai matar muita gente?’. Mas nunca ia imaginar que ele ia fazer isso na escola”, disse Bruno.
Infelizmente é isso que ocorre com alguém que não tem estrutura emocional, física e pscológica.
Acredito que o nosso papel é direcionar crianças e jovens à caminhos que os conduza ao bem e não ao mal.
Creio que quase ninguém se preocupou com esse jovem na época em que ele parecia estranho. Era necessário que alguém conversasse com ele, que o conhecesse mais a fundo e tentasse estabelecer uma amizade.
O que ele fez foi realmente chocante, cruel, mas acredito que o que ele precisava era de ajuda e não achou, por isso pensou que a morte seria o fim de seus problemas.
É necessário refletir sobre em que estamos investindo para termos crianças e jovens futuros adultos estruturados e maduros.
Foto: www.g1.globo.com

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